terça-feira, 20 de outubro de 2009

Coisas que me irritam...



A sociedade e a sua mente preconceituosa!

No metro, uma senhora aproximou-se de um cego (expressao que nao gosto, mas como nao gosto da palavra invisual..) e perguntou-lhe qual o metro que teria de apanhar para Telheiras, com isto, so depois de perguntar é que se apercebeu que a pessoa a quem se dirigia era cega. Após, se aperceber, ja nao quis a ajuda que precisava, desfez-se em desculpas e virou de costas como se tivesse cometido um grande erro e como se essa pessoa nao lhe conseguisse explicar como seria o trajecto que tinha de fazer!


O pior disto tudo, é que um cego consegue explicar trajectos, consegue fazer uma vida quase 'normal' e pessoas como estas nem entendem!

Agora imaginem, como é que o cego, se sentiu apos a senhora lhe ter virado costas?!

Um cego é uma pessoa normal, e por vezes vê mais do que muita gente!

Não é um inutil! é uma pessoa e tem sentimentos!


Pensem nisto!

sábado, 17 de outubro de 2009

1 mês! :)


"Dá-me uma dança, Faz-me acreditar
Uma lembrança pra eu levar
Que eu tenho sempre vontade de voltar
e dizer se ainda der para disfarçar

Ensina-me a dançar!" (Sebastião Antunes)


Porque já se passou um mês...e devo dizer que melhor nao podia ter sido! :)

Obrigado por seres como és...e por gostares de mim por ser quem sou!

*AMO-TE*

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ás vezes...

"Vou correr no céu, encher a lua de pegadas e aquecer as maos bem pertinho do sol. Depois andar ás cambalhotas sem pôr as mãs no chão, vou deitar-me a descansar na maior nuvem que encontrar, sem ter de tirar os sapatos!"

[Ás vezes gostava de ser ainda uma criança!!]

domingo, 11 de outubro de 2009

Estranha forma de gostar



Só queria que me desses um abraço e que tal como eu sentisses saudades. Que me visses como sou e nao me visses com os teus interesses. Queria sentir que gostas de mim.
Não quero ser um território teu, nao quero ser um objecto..quero ser eu!
Tantas são as vezes que te quero contar as minhas coisas, tantas são as vezes que tento dar-te um abraço ou carradas de beijinhos, porque para mim és tu e porque gosto de ti, infinitamente!
Tantas são as vezes que te minto, embora nao goste. Mas nao me dás alternativa.
Tantas são as vezes que preciso das tuas palavras amiga e tu nao estás aqui para me dar.
Tantas são as vezes que gostava que agisses de outra maneira..
Nao vês que estou triste assim? Não sentes? Onde foram parar os teus sentimentos? Escondeste-os de mim? Mas porquê só de mim? Não te devias orgulhar de mim e dos caminhos que pretendo seguir?

Que estranha forma essa de gostar...




sábado, 10 de outubro de 2009

dúvidas...



Porque será que quando estamos realmente felizes, vem sempre algo para estragar tudo?

Porque é que nos aparecem medos, dúvidas e receios quando temos a certeza daquilo que queremos e daquilo que desejamos?

Porque é que quando nos sentimos mais necessitados de mimos, aqueles que nos rodeiam em vez de nos mimar ainda resolvem fazer pior?


:@ :@


domingo, 4 de outubro de 2009

true...




"O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser."


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Nem mais...

Mais uma vez, no Jornal O Metro, o Fernando Alvim escreveu uma cronica que podia ter sido escrita por mim!
Ora aqui vai...

"Tenho por hobbie observar as pessoas e imaginar quem elas levam lá dentro. Imaginar quantas pessoas há para além daquela e muitas das vezes perceber que nao existe lá ninguem. Nada. Há pessoas que vivem sem ninguem lá dentro ouviram? Porque estao vazias ou as esvaziaram a dado momento e daí nao serem habitaveis. (...) ás vezes apetece-me amar todas as pessoas que passam e dizer-lhes o quanto a vida pode ser magnifica enquanto as abraço e beijo de forma quase cocainómala. Nesses periodos, eu sou de todose sinto que terei chegado a esse dia de um feito glorioso lá fora, em que todos os que chegam sao amados por um povo inteiro (...) outros dias apetece-me detestar toda a gente que passa e odiá-los a todos como uma tremenda visceralidadee com um tiro ou outro. Ter aquele timbre tolhido pela má sorte pela vida que nao nos correu de feiçaoe e querer que todos sejam infelizes (...)"